9 de junho de 2008

[CD da Semana] - Locomotores

Capa CD Locomotores

Cd de estréia de uma das revelações gaúchas no cenário independente lançado em 2007, mas com uma grande bagagem de seus ja experientes integrantes . A banda locomotores formada por Luciano Leães (teclados), Jerônimo Lima (Baixo), Alexandre Loureiro (Bateria), Mauricio Fuzzo (Guitarra/Vocal) e Márcio Petracco (Guitarra), vem surgindo como uma das promessas mais sólidas do rock gaúcho dos últimos tempos com um cd que vem com 15 faixas de boa sonoridade e de qualidade excelente. Algumas músicas fazem parte da trilha do seriado vida anormal da TV COM.

  1. Máscara de Ar
  2. Nessa Vida
  3. Compositor
  4. Ontem, Hoje
  5. Midofuzzo
  6. O Gato
  7. Muito Além das Aparências
  8. Tudo o que eu Queria
  9. Será que Ela
  10. O Meu Olhar
  11. Linha Reta
  12. Vermelha
  13. Meu Bem
  14. Mais uma Noite
  15. A Festa

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26 de fevereiro de 2008

Ajude o planeta: Apagão Mundial dia 29/02

Do blog meio ambiente agora a mensagem:

DEIXEMOS O PLANETA RESPIRAR.
Apagão mundial em 29 Fev de 2008 (próxima sexta-feria)


Escuridão mundial: No dia 29 de Fevereiro de 2008 das 19:55 às 20:00 horas propõe-se apagar todas as luzes e se possí­vel todos os aparelhos elétricos, para o nosso planeta poder 'respirar'.
Se a resposta for massiva, a poupança energética pode ser brutal.
São 5 minutos, para ver o que acontece.
Sim, estaremos 5 minutos às escuras, podemos acender uma vela e simplesmente ficar a olhar para ela, estaremos a respirar nós e o planeta.
Lembrem-se que a união faz a for

ça e a Internet pode ter muito poder e podemos mesmo fazer algo em grande.
" Pequenos gestos trazem GRANDES recompensas. "
Saiba como participar -> entre na comunidade do Apagão. Divulgue a todos.

comunidade no orkut

" Faça um Bem a Você mesmo, Faça um Bem ao Planeta "

Eu sei, parece não ter muito a ver com o blog, mas se cada um fazer a sua parte imagine o quanto de energia não será poupada do planeta. Deixo um vídeo explicando um pouco disso tudo:

7 de fevereiro de 2008

A volta de Wolverine e os X-men

Toda criança, adolescente e nostálgicos de plantão (como eu) do tempo do boom das programações voltadas para o público infantil, como os seriados 9ou Tokusatsus como queira) do Ninja Jiraya e do Jiban, tem seus super-heróis favoritos no qual passou bom tempo imaginando lutas ferrenhas com os inimigos mais malvadões e fortões do universo da nossa imaginação. Eu, quando criança, tive como ídolo o Ninja Jiraya, esperto e rápido como ninguém, e batia em todo o mundo, era o personagem que mais me encantava naquela época de invasões dos seriados japoneses na tela da Manchete. Depois vieram os desenhos um pouco mais complexos, como os animes japoneses e os comics do mercado americano: Cavaleiros do Zodíaco, Samurai X, Yu Yu Hakusho, Homem Aranha e os X-men (aquele antes do Evolution, que passava na globo). Foi uma loucura, em pouco tempo os desenhos invadiram a mente de muita gente e vieram a se tornar um vício para a grande maioria das crianças que moravam no meu bairro.

Para mim, os X-men era um dos desenhos no qual eu pensava vinte e quatro horas até assistir um novo episódio. Em pouco tempo era só o que eu e meu irmão olhava. Mas como tudo na vida tem um fim, aqueles episódios que passavam na globo terminaram e eu parei de acompanhar as histórias deles (nos desenhos). Principalmente depois da decepção do X-men Evolution (aquele desenho que o SBT repetiu enésimas vezes fazendo a grande maioria do público infantil-adolescente pegar raiva do desenho) que ao meu ver, apesar de ser todo redesenhado e alguns personagens terem ficado bem styles, fez com que o desenho perde-se um pouco a graça (não sei se foi porque eu já não me interessava tanto por desenhos), pois é voltado para um público mais jovem, ou seja, um desenho totalmente nhé.

Até aí tudo bem. Terem infantilizado um desenho porradão como os X-men até que não doeu tanto assim. Algumas histórias eu até gostei. Mas mesmo assim perdi o interesse. Não só pelos X-men mas pela grande maioria dos desenhos que eu gostei naquela época. Depois daí, só alguns animes japoneses me interessaram, como Berserk, Hellsing, Evangelion e Death Note, que impressionam pela temática não só violenta mais psicológica, e eu acabei baixando e gostei pacas, mas não procurei mais nada de desenhos do mercado americano por exemplo. Até hoje.

Estava eu dando uma olhada nos meus feeds pelo google reader, quando deparei com a matéria lá no judão, sobre a volta dos X-men, aliás, do Wolverine. Ho-ho... nada melhor, O Wolverine sempre foi e sempre será a menina dos meus olhos. XD E vi aquela chama da paixão por um desenho, ascender lá dentro. Yeaaahhh!

A história é algo como logo após a morte do Dr. Xavier todo mundo se separa e vai para um canto e tempos depois o Wolverine decide reunir os melhores alguns X-men para fazer algo senão coçar o saco =D. Isso me lembra os X-men que passava lá na época da globo... bons tempos aqueles. Com traços no estilo Evolution, porém mais arrojado e agressivo esse desenho tem tudo para ser excelente, agora é só alguém querer comprar os direitos para exibi-los lá pelos states e depois por aqui. = )

Da uma olhada no Trailer e vê o que você acha = ]:

31 de janeiro de 2008

Loucuras Fundamentais

Eu me Jogo

Você se Corta

Eu me corto

E você corre, insana e desvairada,

Que num ápice, cai e dorme.

Albert Watson - 01

Eu atiro - o rebuliço na esquina – aquela chuva.

E você, corre, corre, sem rumo,

Sem um digno norte.

Eu digo amo-te e, finalmente, choro.

Sim. As luzes.

As sirenes te inflamam,

- mulher assassinada - Te esbugalha.

 

Você acorda.

Luvas. Alicates. Bisturis.

- O que estou fazendo aqui?! –

Piiii. Pi. Piiiii. Pi. Piiiii. Pi.

Piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

 

O grito sufocado por

Um fio de prata que se rompeu

A alma esvaindo...

O baque.

As luzes escurescendo.

O frio na barriga

 

Eu, sorriso aberto,

me jogo, lá do alto,

Para ver sua alma passar...

7 de janeiro de 2008

Sete coisas que eu realmente gostaria de fazer esse ano

Fim/Inicio de ano é sempre aquela história: “- Ah no próximo ano eu quero fazer isso, aquilo e olha ali ó: vou fazer isso também!”. Mas no final sempre terminamos fazendo algo diferente ou apenas continuamos naquele mesmo estado do ano anterior. Sempre planejamos e sonhamos possibilidades infinitas para o ano que vem chegando. Traçamos aquelas metas mirabolantes e pensamos em um futuro não muito distante que tudo vai mudar. Daí vem as sete ondinhas. As sete ondinhas - com direito a copos, garrafas, urinas variadas, barquinhos de oferendas e algumas calcinhas a vista – é um bando de pessoas que não tem o que fazer na beira do mar o símbolo da concretização do novo ano de blábláblá paz, saúde e harmonia. E é nela que tudo se perde e tudo se renova. A boa sorte dos mares... que bonito...

Eta superstiçãozinha mais furreca essa né? ¬¬





Sempre acabamos traçando novas metas, com ondinhas ou sem elas. E esse ano não foi diferente. Parei, filosofei sobre tudo o que fiz no ano, tudo o que gostaria de fazer (ou refazer) e tudo o que gostaria de parar de fazer. E aproveitando essa época de listas e mais listas, cheguei a sete metas e tentarei busca-las ao longo deste novo ano, vamos a elas:

Voltar a Estudar.

Com Certeza a mais importante das metas que tracei. Com dezessete anos estava terminando o meu ensino médio. Não tinha money para botar no buraco de um cursinho pré-vestibular e faculdade, então parti direto para o mercado de trabalho. Desde então estava sem estudar. Agora tenho bala na agulha para investir em algo para eu voltar a estudar, então essa é uma das confirmadas. =D

Parar de Fumar.

O coisinha desgraçada essa. Aos meus quinze anos eu comecei numa rodinha de amigos a dar uns “peguinhas” escondido. Era o máximo aquilo. Naquela época nem se ouvia falar em outras coisas como maconha e cocaína como se vê hoje, a graça do negócio era fumar cigarro avulso escondido mesmo. E estou aí, fumando uma carteira de cigarros por dia, não consigo nem correr do cachorro do vizinho e com ataques de uma tosse seca e agoniante praticamente todo dia. O coisinha do Diabo essas, mas eu vou parar, vou parar!

Tirar Férias

Sim, eu preciso disso urgente. Se não eu piro. Faz cinco anos que não sei o que é isso. E já tenho altos índices de stress por conta dessa vidinha corrida pra dedéu que eu levo, sem contar as (várias) noites mal dormidas ou não dormidas nesses últimos dois anos. Preciso pegar uma praia e tomar um chimarrão descansado.

Trocar de emprego

Essa é uma das mais difíceis. Mas que se complementa com anterior. Gosto do que eu faço (instrutor de informática) mas não me satisfaz financeiramente, pelo contrário, me estressa tanto, que as vezes tenho vontade de estourar a cabeça de um. Então ta na hora de fazer andar essa fila.

Dar mais atenção aos meus blogs.

Uma tarefa complicada. Eu possuo dois blogs: este e o sapucaos. No ano passado até que eu consegui fazer um conteúdo legal para os dois, claro dentro de minhas limitações. Mas não fiz o máximo de minha criatividade. Eu sei que posso produzir muito mais do que eu fiz até aqui, só que me limito a minha preguiça e os meus outros projetos pessoais. Então tiro um pouco do que realmente poderia ser o Blogs. Tentarei melhorar isso.

Comprar um Baixo novo, uma caixa amplificada, uma câmera digital, uma memória DDR, e blá, blá, blá...

Sim, eu, como todo ser humano selvagem capitalista, gosto (e preciso) de comprar coisas que aos olhos de uma pessoa leiga ou que não te conheça pareça absurda ou supérflua. Só que até então não me organizei para isso, sou um cara muito desligado para essas necessidades. Tipo roupas e etc, só compro novas quando as minhas estão no últimos do remendo (nem tanto assim rsrs). Mas a câmera e o caixa amplificada, são necessidades que eu terei que suprir o quanto antes, pois senão é dinheiro perdido futuramente.

Dar presentes nas datas da mãe, do pai, do tio e das vós.

Ta eu sei, parece idiota e muito fútil. Mas eu tenho que tomar vergonha nessa minha cara deslavada e presentear meus entes queridos nos seus respectivos dias (de aniversário, da vó, das crianças e etc). É bom bajular um pouquinho quem a gente gosta, faz tempo que não faço isso e sempre adio para o próximo ano, espero que desse não passe. XD

É isso aí. Estão aí algumas metas que eu tracei para o ano. Espero cumpri-las. Mas se não der, tentarei no próximo, e no próximo, e no próximo ano que vier. =D

ARREVOÁ

3 de janeiro de 2008

A virada que realmente é uma virada


É... realmente essa virada de ano para 2008 foi a primeira vez na minha vida que realmente foi uma virada. Uma guinada bem forte diga-se de passagem. Tudo na minha vida mudou em um intervalo de um mês. Namorada, encontro com pai que não via há anos, estudar, ganhar mais dinheiro, banda fazendo sucesso por aqui e por aí vai. Quem diria hein?

Bom, o fato é que não escrevia aqui há alguns meses (dois para ser mais preciso), e acho que se der tempo eu vou retornar as coisas por aqui. Mudar essa cara, migrar para o wordpress, escrever conteúdo novo e botar para quebrar hehe. No mais retonarmos a nossa programação normal. Ou seja: Nenhuma! =D

Um bom ano bissexto, época de roubalheira nas prefeituras, com muito sexo, rock, saúde e quem sabe um faz-me-rir a todos vocês que um dia caíram por aqui para perguntar se rock faz mal ou se para ordenar que "quero ou vir rok", através do nosso querido e simpaticíssimo Sr destino Google.

Grande Abraço e Grande Ano a todos.

ARREVOÁ

1 de novembro de 2007

Amigos, Sempre Amigos

Quanta surpresa em te ver. Fazia dias que não nos víamos. Ou meses, sei lá. Perdi a noção, no momento em que tu viraste a cara para mim. Senti a tua falta não nego. Relembrei. Sempre nesses momentos de reencontros relembramos tudo em instantes não é? Pensei em todas as festas juntos... Ah! Aquelas loucuras que só a noite nos traz... E quanta loucura. Chuvas e chuvas nos molharam fingindo que caíam, e nós lá, embaixo das árvores perante as fogueiras que crepitavam e estalavam ao contato da madeira úmida. Costumávamos dizer sempre que um novo integrante surgia nas sombras: Bem vindo a “La Fogueirita”. E os olhos brilhavam de orgulho e felicidade.

Pulávamos, girávamos, nos embriagávamos e gritávamos ao som do violão desafinado: “Papai Noééel Filho da Putaaa!”. Sim, sabíamos que alguém lá no fundo sempre nos ouvia. Até nos chamavam de “Punks”. Hahaha... Nem sabiam o significado disso. Mas nós ríamos quando nos chamávamos, era idiota e legal ao mesmo tempo. Lembro que passávamos horas dizendo (e nos agüentando) um para o outro que a vida é um saco mesmo e que ninguém ia entender o quão ruim era dar aula nesses cursinhos. E novamente ríamos. Éramos únicos. Ninguém nos compreendia.

E não é que até quando imitávamos a vida na fantasia dos jogos de mesa, interpretando personalidades totalmente distintas das nossas, acabávamos nos tornando grandes amigos e heróis? Era uma tal de amizade que prevalecia, não importava onde, se no real ou no surreal, sempre fazíamos do drama a amizade eterna. Lembra que até quando abrigava sua inoportuna ex-esposa em minha casa, que depois de tantas brigas, acabou saindo e indo parar lá por uns dias, nos encontrávamos para bebericar e rir da fonte da vida? Ah... Esses dias que não voltam mais... não é mesmo?

E aí te encontro agora, ao acaso, quase nove horas de uma noite qualquer. Nos abraçamos. Rimos daquelas coisas todas que vivemos. Rimos mais uma vez para gravar nesse momento, do reencontro de dois grandes amigos, tudo que vivemos juntos, na embriaguez e na sã consciência. Contamos novas vivências. “Ah esse ano, fiz muitas coisas...” – nos dizíamos. Ou ainda: “Nem sabe o que tu perdeu...”. Nos desculpamos. “Aquela vez eu te ignorei, foi por causa da estupidez da paixão que me cegou por aquela ex-esposa sugadora de nossa compaixão e da minha comida, aliás, muita comida por sinal...”. “Não tudo bem, tudo bem...”. E Rimos de novo. Como é bom rir de brigas idiotas. Só aí vemos que somos mais idiotas ainda.

Nesse momento, decidimos comemorar: “Sim, aquele vinho, que mais parece ki-suco lá do boteco da Gauchinha, em nome dos velhos tempos”. “É por minha conta!” dizia ele. E nos separamos mais uma vez. Mais agora por pouco tempo, quase nada. Só ia buscar uns trocados para pegar o vinho e já voltava... E esperamos. Eu e meu outro amigo, também fiel. E nada. Uma hora depois e nada. Decidimos ir dormir. Afinal chovia muito e estava tarde, tinha que trabalhar no outro dia. Mesmo assim, deitei com a boa lembrança de quem reencontrou uma outra metade, e amanhã nos veríamos novamente mesmo, comemoramos amanhã, pensei...

[...]

Meio dia. Meu intervalo. Ligo a TV. Está passando as noticias. Aquelas de sempre, as mesmas desgraças, as mesmas infelicidades. Tenho que perder esse costume de ver Tv ao meio dia... mas uma notícia me chama atenção. A Repórter dizia: “Jovem de dezenove anos, morre depois de tiroteio entre traficantes e policiais. O Jovem, que se chamava Alberto Moraes, morava com a namorada e estava em casa, quando a bala atravessou seu peito. O ocorrido aconteceu por média das nove horas da noite... o jovem morreu na hora”. Peito saltou, lágrimas escorreram, era impossível dizia entre dentes, estava com ele ontem, essa hora, não podia ser verdade. Liguei para sua mãe...sim era verdade e (lágrimas, muitas lágrimas)... Ai entendi... Amigos, eternos amigos... No real e no surreal, na vida e na morte, para sempre amigos.

ARREVOÀ

Thiago Selliach (voltando da terra dos "sem computadores")