Ao fim de tudo. Em nada que eu fiz me arrependi. Medo. Insegurança. Ciúmes. Paixão. Amor, muito amor. Carinho. Desejo. Dor. Sofrimento. Ansiedade. Todos esses sentimentos aflorados e com receios enorme de demonstra-los, mas nunca escondidos. A cada olhar desviado, a cada pergunta não respondida, a cada demonstração de recusa, me sinto um nada, um lixo lançado ao mar, boiando sem sentido algum. Meu coração se aperta, se espreme em meu peito. Sei que eu mesmo criei este mundo, estes sentimentos, esses receios, esses anseios. Mas de nada adianta sentir tanto, gostar tanto, mudar tanto. Não posso mudar as escolhas de ninguém. Não posso obrigar ninguém a gostar de mim, não tenho livre-arbítrio para isso. Mas é tão difícil conviver com essa certeza. Saber que tudo que eu tentei, tudo que falei, que fiz, foi em vão, nada valeu para partilhar esse sentimento. Mas também sabia de tudo isso. Então não posso culpar ninguém. Mas também não posso me culpar. Ou, afinal, quando que alguém escolhe qual pessoa vai amar, qual pessoa vai desejar viver a eternidade juntos? Se fosse assim o ser humano não teria sentido nenhum. Seríamos bonecos a mercê da vontade de nós mesmos.
O difícil é ser sempre aquele velho amigo despreocupado. Às vezes não consigo ser o mesmo, não sou mais aquela pessoa inatingível, aquele à quem pode ser tomado como exemplo... mas tenho sentimentos também, não sou um robô programado para agradar e ser agradável. Mas ao contrário do que muitos possam pensar, não tive medo de me relacionar dessa maneira. Atirei-me de cabeça no que eu estava vivendo, sentindo. E é claro, levei um tombo bem feio. Mas foi muito bom, isso não tenho dúvida. É maravilhoso ter seu sentimento, seu desejo, totalmente correspondido. É lindo, e, como disse anteriormente, surreal. Mas ainda não desisti desse sentimento quero vive-lo muito ainda.




Um comentário:
oiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
espero q fiquebem?!?!?!?!
^^
adorei o q escreveste!!
li achei tri e triste tbm
tu vai ser feliz
^^
mil bjukass
adoro-ti mto guria
fica na boa viu
~.~
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